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Greve geral afeta a Grande Florianópolis

População fica sem poder se locomover e as empresas somam prejuízos. Veja como a greve está afetando a nossa região. A greve geral convocada pelas centrais sindicais formou um caos já no início da manhã desta sexta-feira (28) na Grande Florianópolis. O dia amanheceu sem ônibus circulando e, por hoje, a população não vai poder contar com as unidades de saúde, escolas, creches, bancos, Correios e outros tantos serviços importantes. Para piorar, manifestantes estão bloqueando rodovias importantes da região, causando um caos no trânsito e atrapalhando aqueles que querem e precisam trabalhar. Em dia de paralisação, as empresas somam prejuízos. Em dia de greve, as empresas somam prejuízos. Sem ônibus, muitos colaboradores não têm como chegar até o trabalho. O movimento no comércio hoje será fraco. Diversas lojas, inclusive, nem abriram as portas. O presidente do Conselho Deliberativo da AEMFLO e CDL São José e proprietário da empresa Alexandre Turismo, José Marciel Neis, afirma que os bloqueios atrapalharam demais o trânsito esta manhã e conta que houve atos de vandalismo. “Atos esses praticados por pessoas que só querem tumultuar e não contribuem com ideias e alternativas para melhorar o nosso país. Esse movimento está sendo realizado por funcionários públicos e sindicalistas, que defendem apenas os próprios interesses e não pensam nos trabalhadores e na classe produtiva, que gera emprego e renda. Este movimento é uma baderna, que impede aqueles que realmente querem trabalhar de chegar a algum lugar”, relata.

Reformas necessárias

Para a classe empresarial, a nova lei da terceirização e as reformas trabalhista e previdenciária são necessárias para a economia voltar a crescer. Leis antigas, que estão na contramão do mundo moderno, impossibilitam a inovação e atingem negativamente a competitividade das empresas brasileiras. Os problemas são sempre esbarrados na ineficiência da gestão pública e, por isso, os empresários insistem na melhoria e evolução da mesma, além de ressaltar a importância de se repensar a gestão do fundo da previdência, de se rever as pensões, assim como a aposentadoria dos funcionários públicos e os altos salários do governo para otimizar a máquina pública em médio e longo prazo. O presidente da AEMFLO e CDL São José, Marcos Souza, reforça a importância das mudanças nas leis trabalhistas e previdenciárias. “Do jeito que está não dá para ficar. Hoje temos mais de 13 milhões de desempregados no país! As mudanças são imprescindíveis para a geração de empregos”, garante. “Não é parando o Brasil que vamos conseguir alcançar nossos objetivos. Impedindo os colaboradores de chegarem até o local de trabalho, traz ainda mais prejuízos para as empresas, afetando a economia”, diz ele.

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