Camboriú

CAPS aborda comunidade com orientações sobre suicídio

Funcionários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Camboriú, em parceria com o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e o Centro de Valorização da Vida (CVV), realizaram uma ação de sensibilização sobre o suicídio – em alusão ao Setembro Amarelo – na tarde desta terça-feira, dia 12. O trabalho teve o objetivo de orientar a comunidade sobre como identificar pessoas que apresentam indícios de risco de suicídio e como ajudá-las quando necessário. A atividade ocorreu em torno da Praça das Figueiras, no centro, das 13h30min às 16h30min. Durante a ação, foram repassadas orientações de cuidados e entregues panfletos informativos à população. Segundo a psicóloga e coordenadora do CAPS, Thalita Berlinck, trazer o diálogo sobre o suicídio a tona é essencial, principalmente no contexto atual da sociedade. “Notícias de pessoas tirando a vida são cada vez mais comuns atualmente. É orientando que podemos contornar essa situação. Com a conversa, mostrando o que fazer e quem procurar, conseguiremos ajudar aqueles que necessitam ou informar as pessoas próximas de quem enfrenta esses problemas”, enfatiza.
Para dar continuidade a programação do Setembro Amarelo no município, uma palestra será realizada na sexta-feira, dia 15, no auditório da Secretaria de Saúde – localizada na Rua Porto Alegre, n° 698, no Centro. O evento terá apoio do CVV e contará com a participação de dois médicos. Interessados podem se inscrever na hora. A ação é gratuita e aberta à toda a comunidade.

Sinais de alerta que podem salvar vidas 

Ao longo do mês, um material didático será distribuído no CAPS. No folheto, constam uma lista de frases de pessoas que correm risco de suicídio, sinais de alerta, maneiras de ajudar e a forma de se comunicar com quem não tem mais forças para viver. Dentre as orientações estão sentimentos a serem observados como indícios de depressão, desesperança, desamparo e desespero. Já os fatores de riscos contemplam transtornos mentais e psicológicos, histórico de tentativa de suicídio, marcas permanentes de condições clínicas (traumas causados por doenças, HIV/Aids, câncer), entre outros.

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