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NAVEGANTES REALIZA FORÇA TAREFA COM INTUITO BUSCAR RECURSOS PARA RECUPERAÇÃO DA PRAIA DO GRAVATÁ

Diante dos estragos ocasionados por conta da ressaca marinha na praia do Gravatá nos últimos dias, a coordenadoria de Defesa Civil de Navegantes e Defesa Civil do Estado montaram uma comissão de Força Tarefa, juntamente com dois professores e sete alunos da Escola Técnica de Defesa Civil do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). Essa comissão tem por objetivo confeccionar o processo e ajudar no levantamento de dados para implementar o estado de emergência no município. Conforme Eliezer Cardoso, coordenador regional da Defesa Civil, a comissão irá pontuar três situações. A primeira é identificar o processo antigo referente a ressaca ocorrida no ano passado e que os recursos estão prestes a ser liberados. Isso porque alguns pontos que foram afetados em 2016 já têm recurso pré-empenhado, então, o processo de identificação é para que não seja inserido nessa nova situação pontos do problema anterior. O segundo passo é montar o processo da Situação de Emergência Nível I, referente ao Decreto nº 435 de 08/09/2017. Esse documento previa a execução de serviços imediatos na orla, que significa todo o investimento que o município fez até o momento, com a colocação de pedras para contenção da maré e retirada dos deques de madeira. E por último, a comissão vai montar o processo atual de Situação de Emergência Nível II, com o mapeamento e levantamento dos prejuízos específicos, para que seja levado ao Governo do Estado para a tentativa de liberação de recursos o mais breve possível e desta forma seja possível iniciar os reparos.

Áreas interditadas

A Defesa Civil considerou como área afetada o trecho que inicia na Rua Felix Krieger e segue até o final do Gravatá. Já as áreas isoladas são das Ruas Félix Krieger até a Rua Gerônimo de Souza e desta até a Rua Júlia Cardoso Nascimento, além da Rua José Anacleto até Rua Antônio Gartner. O secretário de Segurança Pública, Johnny Eurico Coelho, explica ainda que em todo esse trecho, o que não foi danificado, a estrutura ficou comprometida, por isso, mais uma vez é feito o pedido que a população respeite a sinalização e não avance nas áreas isoladas. Vale destacar que o trabalho de contenção da maré com as pedras, que está sendo realizado há alguns dias, prossegue enquanto houver necessidade.

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