Política

Situação precária da SC-135: deputado Naatz reforça luta pela recuperação

Em roteiro pelo Planalto Norte no fim de semana, o deputado Ivan Naatz (PV) se incorporou à  mobilização regional pela recuperação da rodovia SC-135, que liga os municípios de Porto União, Matos  Costa, Calmon e Caçador. Inaugurada em 2004, menos de dois anos depois, a chamada “Estrada  da Amizade”, de escoamento da produção regional, já apresentava deterioração, principalmente no trecho de 35 quilômetros entre Porto União e Matos Costa,  provocando acidentes e mortes. Apesar de ter anunciada por diversas obras recuperação  desde o governo Colombo, as obras não iniciaram e chegaram a ser objeto de ação judicial do Ministério Público e de um recente protesto dos moradores no mês passado quando bloquearam a rodoviária por cerca de três horas .

“É lamentável o descaso governamental e o uso político desta obra sem solução de curto prazo em torno de um gargalo que prejudica o desenvolvimento econômico. Uma região de forte potencial que se sente abandonada e esquecida;  por isso vamos nos integrar a essa luta e continuar cobrando uma solução rápida do governo”, analisou e anunciou, Ivan Naatz depois de visitar um trecho crítico da rodovia.  No Mês de setembro, a Associação dos Municípios do Planalto Norte Catarinense (Amplanorte) esteve reunida com o governador Carlos Moises, quando  foi  anunciado que a SC-135 tem um projeto pronto de revitalização, orçada em R$ 81 milhões.

De acordo com o governador, a rodovia deve ser contemplada em um financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que ainda não foi liberado em razão da nota de crédito do Estado na Secretaria do Tesouro Nacional (STN). “Tudo indica que se não houver uma grande pressão essa novela vai continuar. As ações emergenciais, tapa-buracos, até aqui, não surtiram efeitos. Precisamos de uma solução definitiva”, conclui o parlamentar.

Deputado Ivan Naatz (PV) foi conferir de perto situação precária da rodovia SC-135, no Planalto Norte.

FOTO: Carlos Mello/Divulgação

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