Piçarras

Balneário Piçarras recebe encontro de grupo de apoio às pessoas com lesão medular

Cerca de quinze cadeirantes participaram de uma série de atividades.

Balneário Piçarras recebeu na sexta-feira, 29, um encontro do Grupo de Apoio às Pessoas com Lesão Medular (Galeme), de Florianópolis – que tem aporte multiprofissional no Centro Catarinense de Reabilitação. Cerca de quinze cadeirantes participaram de uma série de atividades, mas todas focadas em um objetivo maior: trocar experiências entre si e com isso melhorar a saúde e a qualidade de vida.

Eles conheceram o Centro Integrador de Reabilitação (CIR) e também a Unidade Básica de Saúde do Nossa Senhora da Conceição, extensão Morro Alto – e sua horta de plantas medicinais. “Temos ajudado muita gente. Dar qualidade de vida na informação que conseguimos transmitir é um dos objetivos das nossas reuniões”, afirmou Manoel Demétrio, um dos primeiros integrantes do grupo, que pela segunda vez visita o município. A primeira havia sido em 2017.

Os encontros acontecem mensalmente em Florianópolis, reunindo pessoas das mais diversas cidades do estado. “Através dos encontros mensais com diversos assuntos vai se fazendo promoção em saúde. A gente sempre sai das reuniões com algum aprendizado”, detalha a fisioterapeuta responsável pelo CIR, Lucia Rupp. Todos os membros participantes do encontro se apresentaram contando um pouco de sua história.

Gevelyn Almeida, paratleta de Balneário Camboriú, pontou o projeto que desenvolve na cidade e que envolve justamente pessoas com lesão medular. “A deficiência a gente já sabe que tem. Precisamos é trabalhar ela e aprender a importância do esporte para a vida”. E o foco do grupo Galeme é justamente esse: ajudar a compreender que as limitações não são um fim, mas o começo de novas experiências e superações.

A secretária de Saúde de Balneário Piçarras, Bruna Emanuela Machado, ressaltou a importância dos encontros e colocou a estrutura do município a disposição para futuras novas visitas. “É um grupo de dá um enorme aporte clínico e de vivência a todos envolvidos: pacientes, familiares e também os profissionais da área. Por meio desta troca, a vida deles ganha em qualidade”, encerrou.

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