Navio a vapor

Há 198 anos, em 1822, o primeiro navio a vapor singrava as águas da Mancha. Dizem que toda a costa normanda estava assombrada e não muito calma com tais invenções no primeiro quarto daquele século.

A ciência, a religião e o poder estavam contra.  Ideia louca, erro grosseiro, absurdo tal foi o veredito da Academia das Ciências. Os católicos questionavam usando a Bíblia: se teriam os homens o direito de fazer trabalhar junto o fogo e a água que Deus separou? (Genesis, cap.I ers.4). Os sábios rejeitavam o vapor como impossível, os padres como ímpio. A ciência condenava, a religião anatematizava. Fulton era tido como uma variante de Lúcifer.

Tentaram, mas não conseguiram estancar o progresso. Sabemos que o fluido cósmico universal, bem usado e aproveitado, não permite que ninguém.  Ninguém mesmo detém, de forma nenhuma, a marcha do progresso.

BC Port

Então não serão mentes estranhas, contrárias ao progresso de Balneário Camboriú, obscuras e obtusas, pensando só em seus próprios e particulares negócios, que conseguirão deter o que acontecerá mais cedo ou mais tarde, a implantação do BC Port, para o bem da cidade e das pessoas.

As pontas soltas e desunidas precisam se encontrar e atar. As lideranças precisam fazer um encontro de intenções e ideias no sentido do que é melhor para o progresso e desenvolvimento. Falta quem sabe apóstolos de um lado e do outro, mais os líderes, encontrarem alguém, com trânsito com todos, que os mostre com clareza um só caminho para o crescimento e pujança de Balneário Camboriú, que não pode ser prejudicada e parar.

O sucesso alcançado na construção civil, no turismo e em diversas atividades econômicas, mostra que tem quem, e que tem um caminho, uma saída para alavancar o progresso do Município.

Efervescência política

O clima politico no litoral já é efervescente. Pré-candidatos aos executivos e legislativos se movimentam.  Uns com alguma velocidade, outros nem tanto. Mas todos procurando espaços e marcar territórios. Dados estatísticos comprovam que quem busca a reeleição tem certa vantagem, se fez direitinho o dever de casa, se não fez corre risco. E tanto quem busca reeleição, como quem pretende renovar e mudar, dentro dos princípios da salutar alternância do poder, os que perderam a credibilidade por não honrarem compromissos e mentirem estão fadados ao insucesso.

Justiça papel decisivo

E nessa corrida, vê-se com bons olhos e esperança o papel que pode ter a justiça eleitoral. Espera-se que já tolha as candidaturas daqueles que tem problemas policiais e judiciais, e que pretendem concorrer com liminares. Será que é tão difícil aplicar a lei? Teve uma época que para se pegar um emprego CLT se precisava do atestado de boa conduta, depois além deste, a folha corrida da justiça. Agora condenado por improbidade, mau uso de recursos públicos, comprovados, consegue uma liminar, e pode concorrer? Ai o descredito de parte da justiça?

Trabalhadores do Mar

Meio que natural, em Itajaí, terra do mar, da marejada, e da pesca, Nilson José autentico “trabalhador do mar” com trajetória de vida exemplar, e com ligação com outros trabalhadores do mar e de toda a cadeia produtiva da pesca, pretende defender o município e todos os itajaienses na Câmara Municipal. Tem um trabalho profícuo para os pescadores e para o município.

Nílson José

Itajaí com bom Mestre e Contramestre

Além de pescador, Nílson José é empresário, e escritor, com uma obra peculiar, Histórias de Pescador, desenvolve trabalho comunitário na Fazenda onde reside, e segundo opinião do próprio prefeito, cumpriu e muito bem sua missão no cargo público que exerceu na administração municipal. Nílson foi um bom e competente contramestre de navegação do grande Navio que é Itajaí, e importante em sua função para que o Mestre Volnei continue navegando em mares melhore e tranquilos.

Prefeito Volnei Morastoni
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