Balneário Camboriú

Vereador Leonardo Piruka de BC apresenta projeto econômico

Piruka reapresenta seu projeto que deve trazer grande economia à prefeitura.

O vereador Leonardo Piruka (PP), apresentou um projeto antigo de seu mandato que pode trazer uma grande economia aos cofres públicos, o banco municipal de milhagens, geradas pela compra de passagens aéreas.

A compra de passagens aéreas dá direito a bonificações que acabam privilegiando os próprios servidores públicos que viajam representando o município. Se o projeto for aprovado a economia pode chegar a 20%, segundo alguns estudos em cidades que já usam esta metodologia.

Balneário Camboriú poderia ter sido a primeira cidade do país a ter esta lei aprovada, pois o vereador Piruka apresentou este projeto no ano de 2013, um ano antes de Florianópolis tornar-se a primeira cidade do Brasil a criar tal legislação.

Naquele momento a vontade política não foi suficiente para que este projeto fosse aprovado, o que gerou o arquivamento do mesmo. Esta nova legislatura tem a oportunidade de corrigir este erro.

O vereador defende seu projeto com base na economia pública: “Muitos especialistas em Direito administrativo defendem esta lei. Não podemos pagar as passagens com nossos impostos e as milhas geradas, irem para o servidor, de forma indireta isto é se apropriar de algo que é do poder público”.

Piruka tem batido muito na tecla da economia pública, cobrando principalmente da

Prefeitura a reforma administrativa apresentada no período eleitoral, que traria tal economia aos cofres públicos, mas está para chegar na Câmara de Vereadores há aproximadamente 16 meses.

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1 comentário

  1. Júlio César Cardoso 18 Maio, 2018 at 23:26 Responder

    O projeto do vereador Piruka merece aprovação, pois se trata de medida de economia interna municipal diante de bonificação decorrente de passagem aérea comprada pelos cofres municipais. Aliás, nem deveria haver lei para isso, pois pelos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade etc. dispostos no Art. 37 da Constituição Federal, nenhum servidor pode tirar proveito da coisa pública.

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