Balneário Camboriú

Campanha de Vacinação contra Influenza segue até dia 1º de junho

Com a chegada do frio aumenta a possibilidade da gripe aparecer. Segundo o Ministério da Saúde, desde o início do ano até o dia 14 de maio, o Brasil registrou 214 mortes causadas pelo influenza. A vacina é a melhor maneira de se prevenir contra o vírus. A campanha de vacinação segue até 1º de junho em todas as Unidades de Saúde de Balneário Camboriú. Até o momento, foram aplicadas 16.900 doses, o que totaliza 67,26% de cobertura vacinal nos grupos prioritários. De todos os públicos, o infantil continua sendo o de menor demanda, com apenas 28% de crianças vacinadas, seguido das gestantes (37,22%). O público que mais procurou imunidade é o de idosos, com 88,47% vacinados.

Pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses aos menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas – e os funcionários do sistema prisional são os grupos prioritários da campanha.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Este público deve apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Já os pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, mas sem a necessidade de prescrição médica.

Números de vacinações (até 21 de maio):
Crianças: 28% (1.673 doses);
Gestantes: 37,22% (447 doses);
Puérperas: 56,35% (111 doses);
Professores: 59,48% (784 doses);
Trabalhadores da saúde: 67,03% (2.047 doses);
Idosos: 88,47% (13.381 doses);
Total: 67,26% (16.900 doses).

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