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Ativista presa pela PF reafirma catarinense na defesa

 A ativista Sara Winter assinou agora há pouco uma declaração reconfirmando o criminalista catarinense Claudio Gastão da Rosa Filho e os advogados Bertoni Barboza de Olveira e Renata Tavares, do DF, na linha de frente da sua defesa.  Segundo o documento, somente eles estão autorizados a requerer qualquer medida judicial em seu nome. Ela relata que os habeas corpus impetrados por profissionais não autorizados estão prejudicando sua defesa, “motivo pelo qual requeiro que todos esses habeas sejam arquivados sem julgamento”. Claudio Gastão da Rosa Filho reforçou que pessoas que não tiveram o menor contato com Sara entraram no caso sem a sua anuência. “Não sei se por motivo autruístico, porque são simpáticos e solidários a ela, ou se querem 15 minutos de fama. O fato é que isso vinha prejudicando extremamente a defesa da Sara, porque daqui a pouco um desses habeas poderia ser julgado e denegada a liminar”, alertou.  Segundo Gastão Filho, a situação anterior “prejudicaria minha cliente quando a defesa técnica entrar com requerimento”.

 Entenda o caso:

A militante bolsonarista conhecida como Sara Winter, líder do movimento 300 do Brasil, de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, foi presa temporariamente por cinco dias pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira, 15, em Brasília. Outros cinco líderes do movimento são alvos de mandados de prisão.

Sara foi presa depois do disparo de fogos de artifício contra o prédio da Corte por membros do grupo liderado por ela. Poucas pessoas faziam parte do manifesto. A prisão foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que listou crimes de injúria e ameaça a 3 artigos previstos na lei de segurança nacional. As penas somadas vão de 7 a 22 anos.

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