Investimento Histórico: Governador Jorginho Mello Destina R$ 94 Milhões para a Defesa Civil no Oeste

O Oeste catarinense vivenciou um marco histórico neste último sábado, 28, em Xanxerê. O governador Jorginho Mello oficializou o maior pacote de investimentos já registrado na história da Defesa Civil de Santa Catarina, totalizando R$ 94 milhões em recursos. Nesse sentido, a iniciativa visa fortalecer a proteção de 78 municípios, preparando a região para enfrentar tanto a estiagem quanto desastres naturais.

Foco na Prevenção e Estrutura Municipal

Acompanhado pelo secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Mário Hildebrandt, o governador destacou que o montante não se resume a números, mas sim a um compromisso com a segurança da população. Além disso, Jorginho Mello enfatizou que o Oeste, por sua força produtiva, demanda atenção estratégica para evitar que problemas sazonais interrompam o crescimento da região.

Portanto, o pacote foi dividido em três frentes principais de atuação:

  1. Combate à Estiagem: R$ 27 milhões para a entrega de 54 caminhões-pipa, garantindo água potável para comunidades rurais.
  2. Resposta Rápida: R$ 19,5 milhões destinados a 78 kits de Defesa Civil, aumentando a eficácia em casos de vendavais e deslizamentos.
  3. Mobilidade e Reconstrução: R$ 46 milhões para a instalação de 159 pontes e 48 cabeceiras, assegurando o escoamento da produção e o transporte escolar.

Obras Estratégicas: Cidades Beneficiadas

Consequentemente, o investimento se ramifica em obras específicas que atendem às necessidades peculiares de cada localidade. Entre os destaques, temos:

“Cada recurso autorizado aqui tem um objetivo claro: reduzir riscos, preservar vidas e dar autonomia aos municípios.” — Mário Hildebrandt, Secretário da Proteção e Defesa Civil.

Conclusão: Um Novo Paradigma na Proteção Civil

Em suma, este aporte financeiro representa uma mudança de patamar na gestão de crises em Santa Catarina. Ao investir em drenagem, desassoreamento e infraestrutura, o Governo do Estado deixa de atuar apenas no pós-desastre e passa a focar na mitigação de danos.

Dessa forma, o Oeste catarinense torna-se mais resiliente, garantindo que a força do agronegócio e a segurança das famílias não sejam abaladas por eventos climáticos severos.

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