Jorginho Mello projeta grandes obras e planeja Santa Catarina para os próximos 30 anos

​Reeleito para mais quatro anos à frente do governo catarinense, Jorginho Mello (PL) afirmou nesta segunda-feira (5) que Santa Catarina entra agora em uma nova e decisiva etapa política e administrativa. Dessa forma, o foco principal será a execução de grandes obras estruturantes e o planejamento estratégico do Estado para os próximos 30 anos.

​Infraestrutura e desenvolvimento de Santa Catarina em foco

​Em coletiva de imprensa realizada ao lado do vice-governador eleito Adriano Silva (Novo) e dos senadores eleitos Carol De Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL), Jorginho destacou que contará com o forte apoio dos novos parlamentares federais na defesa intransigente dos interesses catarinenses em Brasília. Além disso, o governador ressaltou a importância estratégica da articulação política e da eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência para destravar gargalos históricos que dependem da União, sobretudo no que tange às rodovias federais (BRs) que cortam o território catarinense.

​“Agora é olhar para frente. Quero preparar Santa Catarina para os próximos 30 anos, em todas as áreas. É erguer as estruturas que o Estado vai precisar para continuar crescendo. Isso passa por rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e energia, mas também por educação, saúde, segurança e formação da nossa gente”, pontuou Jorginho Mello.

​No setor de infraestrutura em Santa Catarina, o governador citou projetos de grande impacto, como a implementação da Via Mar, a construção de novas ferrovias, o fortalecimento da aviação regional e a expansão contínua da capacidade portuária. Segundo dados apresentados, o estado conta atualmente com seis portos em operação e já projeta a expansão para mais dois terminais. No que diz respeito ao setor energético, uma das metas prioritárias é a instalação de mais mil quilômetros de redes trifásicas, garantindo o suporte necessário para acompanhar o acelerado ritmo de produção e os novos investimentos privados.

​Educação, inovação e competitividade econômica

​A formação profissional também figura no topo das prioridades da gestão estadual. Nesse sentido, Jorginho defendeu um Ensino Médio mais alinhado às demandas reais do mercado de trabalho, focando na qualificação de mão de obra para os desafios das próximas décadas. Para alcançar esse objetivo, o programa Universidade Gratuita foi destacado como uma peça-chave dessa estratégia de desenvolvimento socioeconômico.

​“Santa Catarina é competitiva por natureza. Temos qualidade na saúde, segurança pública, segurança jurídica e gente que trabalha. Nosso desafio é fazer com que todas essas estruturas acompanhem o crescimento do Estado”, reforçou o governador.

​Articulação política em Brasília e prioridades no Senado

​Durante o encontro, o chefe do Executivo estadual reiterou que a presença de Carol De Toni e Carlos Bolsonaro no Senado Federal será determinante para otimizar a captação de recursos e a articulação de demandas essenciais junto ao governo central. Portanto, o governador reforçou a necessidade de união em torno de pautas federativas e da parceria com a esfera federal.

​“Precisamos dar atenção urgente às BRs 280, 282 e 470 e enfrentar definitivamente a questão crônica do Morro dos Cavalos. São obras fundamentais para Santa Catarina. Teremos Carol e Carlos no Senado para nos ajudar nessa luta e agora temos outra missão, que é eleger o Flávio e construir uma parceria sólida com o Governo Federal para enfrentar esses desafios e avançar também nas ferrovias e em outros grandes projetos”, declarou.

​Por sua vez, o vice-governador eleito Adriano Silva expressou gratidão pelos votos e pela confiança depositada nas urnas pelos catarinenses. Por fim, os senadores eleitos Carol e Carlos pontuaram que suas principais bandeiras de atuação no Senado incluirão a defesa do pacto federativo, as reformas administrativa e tributária, além de investimentos robustos em infraestrutura. A pauta institucional também incluiu debates sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a criação de mecanismos de responsabilização para ministros, com o intuito de restaurar a credibilidade das instituições de Justiça no país.

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