
Hospital Dom Joaquim Realiza Procedimento Histórico: Primeira Aplicação de Polilaminina em SC
Um momento divisor de águas para a medicina catarinense ocorrerá nesta semana em Sombrio (SC). O Hospital Dom Joaquim, sob gestão do Instituto Maria Schmitt (IMAS), viabilizou a primeira aplicação de polilaminina em Santa Catarina. O procedimento inovador foca no tratamento de lesões raquimedulares graves e representa uma nova fronteira de esperança para pacientes com traumas na medula.

O Caso Alison: Ciência e Reabilitação em Balneário Gaivota
O paciente pioneiro no Estado é Alison Carvalho Saldívia, de 19 anos. Após sofrer uma lesão cervical (C5) devido a um mergulho em águas rasas, o jovem iniciou uma jornada intensiva de recuperação. Nesse sentido, a aplicação da proteína, agendada para o dia 5 de março, será realizada diretamente na medula sob a supervisão dos neurocirurgiões Dr. Rodrigo Marcelos e Dr. Ângelo Formentin.
Acima de tudo, para que o tratamento fosse autorizado, Alison passou por um crivo rigoroso, que incluiu:
- Avaliação detalhada do nível da lesão medular;
- Análise da janela terapêutica (tempo decorrido desde o trauma);
- Estabilidade clínica e ausência de contraindicações;
- Concordância absoluta da junta médica especializada.

Atuação Jurídica: O Elo Decisivo para o Acesso ao Tratamento
Além disso, um dos grandes diferenciais deste caso foi a estratégica atuação jurídica. A viabilização de um medicamento inovador envolve barreiras regulatórias e administrativas complexas. Dessa forma, o setor jurídico do IMAS, liderado pela advogada Márcia Andréia Correia Herbert, desempenhou um papel fundamental para garantir o direito ao tratamento.
Consequentemente, a articulação direta entre advogados, médicos e pesquisadores permitiu que todos os requisitos legais e científicos fossem cumpridos em tempo recorde. De fato, sem essa integração entre Direito e Saúde, o acesso a protocolos experimentais ou de ponta seria muito mais lento.

Um Marco para a Medicina e a Esperança em Santa Catarina
Para o superintendente do IMAS, Robson Schmitt, a realização deste procedimento reafirma o compromisso da instituição com a inovação. Portanto, Santa Catarina se posiciona hoje como um polo de tecnologia médica capaz de transformar vidas.
Em suma, o evento no Hospital Dom Joaquim não é apenas um ato cirúrgico; é o resultado de uma estrutura hospitalar moderna aliada a uma gestão jurídica audaciosa e eficiente.
Medicina Regenerativa em SC: Paciente Receberá Terapia Experimental com Polilaminina
Santa Catarina está prestes a registrar um marco histórico na medicina experimental brasileira. No dia 5 de março de 2026, Alison Carvalho Saldivia será o primeiro paciente do estado a receber a aplicação de polilaminina, uma substância inovadora voltada para a regeneração da medula espinhal. O procedimento ocorrerá no Hospital Dom Joaquim, em Sombrio, unidade administrada pelo Instituto Maria Schmitt (IMAS).
O Potencial da Polilaminina na Regeneração Neural
A polilaminina é derivada de estudos sobre a laminina, uma proteína essencial da matriz extracelular. Em primeiro lugar, é importante entender que essa substância atua como um estímulo para o crescimento de neurônios, buscando a reconexão de circuitos neurais danificados. Nesse sentido, o tratamento surge como uma alternativa promissora para casos de lesões traumáticas graves, onde as opções terapêuticas convencionais ainda são limitadas.
Consequentemente, a aplicação em Alison representa não apenas uma tentativa de melhora clínica individual, mas um avanço científico para todo o país. De fato, a regeneração do sistema nervoso central é um dos maiores desafios da neurologia moderna, e Santa Catarina agora se coloca na vanguarda dessa pesquisa.
Estrutura Hospitalar e Suporte Médico Especializado
Para que um procedimento deste porte ocorra com segurança, uma estrutura robusta é indispensável. Além disso, o caso conta com o acompanhamento rigoroso de uma equipe médica de elite, incluindo o neurocirurgião Dr. Rodrigo Marcelos e o Dr. Ângelo Fomentin.
“A realização deste procedimento é um compromisso com a ciência e com a busca por alternativas que transformem a qualidade de vida”, afirma Dr. Robson Machado, superintendente do IMAS.
Dessa forma, a integração entre a expertise clínica e a inovação tecnológica permite que o Hospital Dom Joaquim se destaque como um centro de referência em terapias regenerativas no Sul do Brasil.
A Atuação Jurídica como Viabilizadora do Acesso
Paralelamente aos desafios médicos, a viabilização de terapias experimentais exige um suporte administrativo e jurídico minucioso. Por exemplo, para assegurar o cumprimento de todas as normas regulatórias, o escritório Olimpierri Mallmann Advocacia, através da advogada Márcia Andréia Correia Herbert, atuou de forma decisiva nos trâmites legais.
Portanto, o sucesso deste marco é o resultado de um esforço multidisciplinar. Em suma, a união entre Direito, Medicina e Ciência é o que permite romper as barreiras do impossível e oferecer novas perspectivas para pacientes com lesões neurológicas graves.


