Obras de Macrodrenagem em Balneário Camboriú: Instalação de Aduelas Avança no Pontal Norte
A megaobra de macrodrenagem em Balneário Camboriú deu um passo decisivo nesta terça-feira (3). Em primeiro lugar, as equipes iniciaram a instalação das aduelas — estruturas pré-moldadas de concreto — no molhe do Pontal Norte. Este local é considerado estratégico, pois serve como o ponto de conexão vital entre a galeria pluvial da Praia Central e o Canal do Marambaia.
Dessa forma, a intervenção que começou no dia 23 de fevereiro segue em ritmo acelerado. Para garantir a segurança de todos, o acesso principal ao molhe foi temporariamente interditado; contudo, um acesso provisório já foi implantado para não interromper a circulação de pedestres.

Cronograma e Próximas Etapas da Obra
Logo após a conclusão da instalação das aduelas e a reconstrução do espaço no Pontal Norte, as frentes de trabalho seguirão um cronograma rigoroso:
- Avanço para a Rua 1001: As máquinas se deslocam para este trecho imediatamente após o molhe.
- Direção à Rua 2000: Este ponto marca o limite final da Etapa Norte do projeto.
- Finalização da Conexão: Garantia de que a grande galeria da praia opere em sua capacidade total.
De acordo com o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Carlos Humberto Silva, o clima favorável tem sido um aliado. “A instalação das aduelas é uma etapa essencial. Sem essa conexão, o sistema não conseguiria operar plenamente”, afirmou o secretário, reforçando que o foco atual é a acessibilidade e segurança.
Entenda a Magnitude da Maior Obra de Macrodrenagem do Brasil
Além disso, é fundamental compreender o impacto deste investimento de R$ 53 milhões. Sobretudo, o projeto visa dois objetivos primordiais:
- Proteção da Orla: Preservar a faixa de areia e o novo calçadão.
- Prevenção de Alagamentos: Reduzir drasticamente os riscos durante chuvas intensas.
Em suma, a primeira etapa da obra utiliza mais de 5.200 aduelas de concreto armado ao longo de 2,4 km de galerias subterrâneas. Inclusive, o sistema conta com extravasores de emergência que funcionam como válvulas de segurança, garantindo que a cidade esteja protegida mesmo se a capacidade total da rede for atingida.


