Inclusão de Peixe na Alimentação Escolar Avança na Alesc: Nutrição e Desenvolvimento Regional

Comissão de Educação Aprova Projeto de Lei Inovador

Em virtude da busca constante por melhorias na qualidade nutricional da rede pública, a Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou nesta terça-feira (11) o Projeto de Lei de autoria do deputado Ivan Naatz (PL). A proposta estabelece a inclusão obrigatória de carne de peixe e seus derivados nos cardápios da alimentação escolar de Santa Catarina.

Acima de tudo, por já ter tramitado e vencido todas as demais comissões temáticas da Casa, a matéria encontra-se agora apta para apreciação e votação final em plenário, etapa decisiva que deve ocorrer nas próximas semanas.

Benefícios Nutricionais para Mais de 500 Mil Alunos

De acordo com a justificativa apresentada pelo parlamentar, o pescado atua como uma excelente fonte de proteínas de alto valor biológico e nutrientes essenciais, contribuindo diretamente para o crescimento saudável e o pleno desenvolvimento cognitivo de crianças e adolescentes.

Por conseguinte, a medida pretende elevar o padrão nutricional das refeições oferecidas diariamente a mais de 500 mil estudantes matriculados na rede estadual de ensino.

Impactos Econômicos e Potencial Produtivo em Santa Catarina

Além dos evidentes reflexos na saúde pública e escolar, o projeto traz significativos impactos econômicos positivos para a cadeia produtiva catarinense. Entre os setores beneficiados, destacam-se:

  • A pesca industrial e artesanal litorânea, consolidando o estado como o maior polo da pesca industrial do país;
  • A piscicultura de cultivo presente em diversas regiões catarinenses.

Conforme dados do Anuário Brasileiro de Piscicultura PeixeBR 2026, Santa Catarina ocupa atualmente a posição de quarto maior produtor de peixe de cultivo do Brasil, registrando uma média expressiva de 63 mil toneladas anuais.

Desse modo, a iniciativa legislativa não apenas fortalece a economia local e incentiva os produtores regionais, como também garante uma alimentação mais rica, diversificada e sustentável nas escolas catarinenses.

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